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Você sabe quanto sobrou de ontem?

Se a resposta é “mais ou menos”, o problema não é a sua memória. É que ninguém nunca te deu o número. E “mais ou menos” custa caro todo mês.

Continue: são cinco perguntas

Primeira

Quanto custa, de verdade, a peça que você vende?

Quase todo mundo responde com o preço do material. Mas o material é a parte fácil. Falta a sua hora de trabalho, a energia do forno, o pedaço que estragou no caminho e o equipamento que se desgasta a cada peça.

Custo real da peça

R$ 30,31

Custo real de uma caneca no exemplo, contra os R$ 11,20 de material que a maioria usa para formar preço. É a conta da calculadora da home, com as mesmas entradas.

A Lucrei monta esse número a partir do que você já sabe informar: quanto pagou no material, quanto ele rendeu, quanto tempo leva para ficar pronto. A perda, o rateio dos custos fixos e a depreciação da máquina ela deriva sozinha.

Como perguntamos. Você não precisa saber a sua taxa de quebra. Você informa a compra e o rendimento; o sistema calcula a perda e a embute no custo.


Segunda

Esse preço te paga pelo tempo que você gastou?

Margem em porcentagem esconde o essencial. Dois produtos com 30% de margem podem ser negócios completamente diferentes: um leva vinte minutos, o outro leva três horas.

Lucro por hora

R$ 8,23 por hora

O lucro por hora trabalhada nesse mesmo exemplo: vendida a R$ 39,90 com 12% de taxa de canal, a peça deixa R$ 4,80 e fecha em 12% de margem, contra os 20% do Modo Crescimento. É por esse número que dá para comparar um produto com o outro e decidir o que parar de fazer.

A tela de preço da Lucrei responde a quatro perguntas e só: quanto custa produzir, quanto fica comigo, vale a pena produzir, onde vender. O resto (margem de contribuição, ponto de equilíbrio, custeio por absorção) fica guardado em “avançado”, onde não atrapalha quem precisa decidir agora.

Meta de negócio, não porcentagem solta. Sobrevivência 10% · Crescimento 20% · Expansão 30% · Premium 40%. Você escolhe o objetivo; a margem-alvo vem junto.


Terceira

O dinheiro que entrou na conta é seu ou é do negócio?

Essa é a confusão mais cara do MEI. A conta enche, você tira para o mercado, e o mês fecha sem o dinheiro do material do mês seguinte. Não faltou venda. Faltou separação.

Sem separar

“Entrou R$ 12.840,00, então posso gastar R$ 12.840,00.”

Com pró-labore

A sua retirada é uma linha registrada. O que fica é capital de giro, e o painel sabe a diferença.

A Lucrei trata o pró-labore como despesa do negócio, igual ao aluguel. Você vê quanto tirou no mês, quanto o negócio aguenta pagar e o caixa que sobra depois disso.

Uma linha, não uma contabilidade paralela. O pró-labore vive no mesmo lugar das outras despesas. Se fosse um módulo à parte, você não veria o efeito dele no caixa, que é exatamente o ponto.


Quarta

Quanto falta para você estourar o teto do MEI?

O limite é de R$ 81.000,00 por ano. Passar dele não é multa imediata. É desenquadramento, recolhimento retroativo e uma dor de cabeça que aparece meses depois, quando já não dá para desfazer.

Exemplo · consumo do teto

R$ 63.180,00 faturados no ano78% do tetoR$ 81.000,00

A Central Fiscal projeta o fechamento do ano no seu ritmo atual e acende o farol antes, não depois. As obrigações do mês ficam na mesma tela, com o que vence e o porquê de cada uma.

Projeção, não susto. No ritmo do exemplo, o ano fecharia em R$ 94.770,00, acima do teto. O aviso chega enquanto ainda dá para planejar.


Quinta

Quem comprou de você e nunca mais voltou?

Você provavelmente sabe de cabeça uns três nomes. O resto sumiu numa lista de contatos que não avisa nada. Cliente que já comprou é o mais barato de trazer de volta e o mais fácil de esquecer.

Por isso o cadastro de cliente na Lucrei não é ficha administrativa. Aniversário vira mensagem de um clique. A origem da venda vira a resposta de onde investir. Quem parou de comprar vira uma lista com nome, último pedido e ticket médio.

Clientes para reativar

14

Num negócio de exemplo: clientes que compravam todo mês e não aparecem há mais de sessenta dias. Cada um com o histórico do que levou.

Uma regra de projeto. Todo dado de cliente que o sistema pede tem de virar uma ação possível. Se não vira, não perguntamos.

As cinco respostas não ficam soltas. Elas viram uma nota de 0 a 100, cinco pilares e uma frase que diz onde mexer primeiro. Veja o painel por dentro.

Limites declarados

O que a Lucrei não faz, de propósito.

Uma ferramenta de decisão que decide por você não é ferramenta: é chute automatizado. O painel mostra a consequência e para. Quem decide continua sendo você.

  • Não cria compra nem ordem de produção sozinha.Ela diz “você pode produzir 11 unidades com o estoque atual”. Nunca “você deve produzir 11”.

  • Não pede o que você não tem como saber.Se a informação depende de um cálculo que você nunca fez, o problema é da ferramenta, não seu.

  • Não emite nota fiscal nem substitui o contador.Ela acompanha teto, DAS e prazos. A parte legal continua com quem é do ramo.

  • Não trava a sua venda por causa de cadastro.O cliente é obrigatório no pedido, mas “balcão” está sempre a um clique. Burocracia não pode parar o caixa.

Próximo passo

Pare de responder “mais ou menos”. Descubra o número.

A calculadora usa o mesmo motor de custo do sistema e não pede cadastro.

Cinco perguntas que todo MEI deveria saber responder · Lucrei